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Febre do Nilo Ocidental

De acordo com o Centro para Prevenção e Controle de Doenças do governo grego, já foram registrados mais de 230 casos de Febre do Nilo Ocidental na Grécia em 2018. Os casos concentram-se na região metropolitana de Atenas e Pireu e, ao norte, na região da Macedônia Central (onde se localiza a segunda maior cidade do país, Salônica). Recomenda-se ao brasileiro que visitar essas regiões adotar as seguintes estratégias de proteção individual:

i) Evitar locais onde se encontram os mosquitos transmissores em abundância.

ii) Caso a pessoa não tenha opção, tentar prevenir-se ao máximo para evitar a transmissão através da picada do mosquito vetor.

iii) Evitar acúmulo de lixo, água parada e matéria orgânica, pois são fontes de proliferação de mosquitos.

iv) Evitar sair às ruas e em ambiente de área silvestre no momento de maior atividade dos mosquitos (entardecer e amanhecer).

v) O uso de repelentes e roupas de mangas e pernas compridas pode ajudar a evitar ou reduzir o contato com mosquitos. Caso um viajante que tenha frequentado áreas com ocorrência de casos de FNO apresente, em até 15 dias após a viagem, sinais e sintomas compatíveis com a doença, deve procurar imediatamente atendimento médico e relatar o histórico de deslocamento e o tempo entre a data de possível exposição e a data de início dos sintomas.

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